Indignação com a corrupção e Governo do país

A seguir segue a divulgação do manifesto da loja “Simon Bolívar” de Belo Horizonte, MG, aprovada em reunião plenária de seus membros no último dia 24 de julho, a propósito da conjuntura político-administrativa da República.

O documento chama à consciência da sociedade maçônica e dos cidadãos em geral para a corrupção e a irresponsabilidade pública que se alastram no país, desmoralizando as suas instituições, dilapidando os cofres da nação, favorecendo o crime, desprestigiando a polícia judiciária e desmoralizando o judiciário.

Manifesto

As declarações e ações da Presidência da Republica, Polícia Federal, e Supremo Tribunal Federal nos casos de operações de investigação recentes como a Satiagraha nos deixam perplexos e apreensivos quanto à qualidade da gestão dos recursos da Nação e da administração da justiça.


O que você tem a ver com a corrupção?





O projeto "O que você tem a ver com a corrupção", idealizado inicialmente no estado de Santa Catarina e ganhador do Prêmio Innovare foi lançado nacionalmente por uma iniciativa do Ministério Público brasileiro através da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público - CONAMP, em parceria com o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais - CNPG. (do site da Campanha)

Está campanha é uma iniciativa do Ministério Público e tem como objetivo conscientizar a população sobre o problema da corrupção e visa educar os brasileiros (principalmente nossos filhos).

Não deixem de visitar o site da campanha "O que você tem a ver com a corrupção"

E se você, que está lendo este post, souber de um ato de corrupção pode denunciar ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso.



Estou lutando pelo meu futuro.

Este discurso, feito durante a ECO'92 no Rio de Janeiro, fez 16 anos em Junho de 2008 e o que mudou até agora?


Seven Suzuki - ECO'92 - Rio de Janeiro - Junho de 1.992

Olá, sou Seven Suzuki.
Represento a ECO, a organização das crianças em defesa do meio ambiente.
Somos um grupo de crianças canadenses, de 12 a 13 anos tentando fazer a nossa parte, contribuir.
Vanessa Suttie, Morgan Geisler, Michelle Quigg e eu.
Todo o dinheiro que precisávamos para vir de tão longe conseguimos por nós mesmos para dizer que vocês adultos tem de mudar seu jeito de agir.
Ao vir aqui hoje, não preciso disfarçar meu objetivo.
Estou lutando pelo meu futuro.
Não ter garantia quanto ao meu futuro não é o mesmo que perder uma eleição ou alguns pontos na bolsa de valores.
Estou aqui para falar em nome das gerações que estão por vir.
Estou aqui para defender as crianças com fome, cujo os apelos não são ouvidos.
Estou aqui para falar em nome dos incontáveis animais morrendo em todo planeta porque já não tem mais para onde ir.
Não podemos mais parecer ignorado.
Hoje tenho medo de tomar sol por causa dos buracos na camada de ozônio.
Tenho medo de respirar esse ar porque não sei que substancias química estão o contaminando.
Eu costumava pescar em Vancouver com meu pai até o dia em que pescamos um peixe com câncer.
Temos conhecimento que animais e plantas estão sendo destruídos a cada dia e, em vias de extinção.
Durante toda minha vida eu sonhei ver grandes manadas de animais selvagens, selvas, florestas tropicais cheias de pássaros e borboletas, mas agora, eu me pergunto se meus filhos vão poder ver tudo isso.
Vocês se preocupavam com essas coisas quando tinham minha idade?
Todas essas coisas acontecem bem diante dos nossos olhos e, mesmo assim continuamos agindo como se tivéssemos todo o tempo do mundo e todas as soluções.
Sou uma criança e não tenho soluções, mas quero que saibam que também vocês não têm.
Vocês não sabem como reparar os buracos na camada de ozônio.
Vocês não sabem como salvar salmões das águas poluídas.
Vocês não podem ressuscitar os animais extintos.
Vocês não podem recuperar florestas que um dia existiram onde hoje é deserto.
Se vocês não podem recuperar nada disso, então, por favor, PAREM DE DESTRUIR!
Aqui, vocês são representantes de seus governos, homens de negócios, administradores, jornalistas ou políticos.
Mas na verdade, são mães, pais, irmãos e irmãs, tias e tios e todos também são filhos.
Sou apenas uma criança, mas sei que todos nós pertencemos a uma única família.
Somos 30 milhões de espécies compartilhando o mesmo ar, a mesma água e o mesmo solo.
Nenhum governo, nenhuma fronteira pode mudar esta realidade.
Sou apenas uma criança, mas sei que esse problema atinge todos nós e devemos agir como se fossemos a única coisa no mundo rumo a um único objetivo.
Apesar da minha raiva, ainda não estou cega, apesar do meu medo não sinto medo de dizer ao mundo como me sinto.
No meu país, geramos tantos desperdícios, compramos e jogamos fora, e os países do norte não compartilham com os que precisam.
Mesmo tendo mais que o suficiente temos medo de perder nossas riquezas, medo de compartilhá-las.
No Canadá temos uma vida privilegiada, com fartura de alimentos, água e moradia.
Temos relógios, bicicletas, computadores e aparelhos de tv.
Há dois dias aqui no Brasil ficamos chocados quando estivemos com crianças que moram nas ruas.Ouçam o que uma delas nos contou:
“Eu gostaria de ser rica, e se fosse daria a todas as crianças de rua alimentos, roupas, remédios, amor e carinho”.
Se uma criança de rua que não tem nada ainda deseja compartilhar, porque nós temos tudo ainda somos tão mesquinhos?
Não posso deixar de pensar que essas crianças tem a minha idade e que o lugar onde nascemos faz uma grande diferença.
Eu poderia ser uma daquelas crianças que vivem nas favelas do Rio de Janeiro.
Eu poderia ser uma criança faminta da Somália.
Uma vítima da guerra do Oriente Médio ou uma mendiga da Índia.
Sou apenas uma criança, mas ainda assim sei que se todo o dinheiro gasto nas guerras, fosse utilizado para acabar com a pobreza, para achar soluções para os problemas ambientais, que lugar maravilhoso a Terra seria!
Na escola desde o jardim de infância vocês nos ensinaram a ser bem comportados.Vocês nos ensinaram a não brigar com os outros.
Resolver as coisas bem.Respeitar os outros, arrumar nossas bagunças.Não maltratar as criaturas.
Dividir e não ser mesquinho.
Então porque vocês fazem justamente o que nos ensinaram a não fazer?
Não esqueceram os motivos de estar assistindo a estas conferencias.
E para quem vocês estão fazendo isso.
Vejam-nos como seus próprios filhos.
Vocês estão decidindo em que tipo de mundo nós iremos crescer.
Os pais devem ser capazes de confortar seus filhos, dizendo-lhes, “Tudo ficará bem”.
Estamos fazendo o melhor que podemos.
Mas não acredito que possam nos dizer isso.
Estamos sequer na sua lista de prioridades?
Meu pai sempre diz: “Você é aquilo que faz, não aquilo que você diz”.
Bem, o que vocês fazem nos chorar a noite.
Vocês adultos nos dizem que vocês nos amam.
Eu desafio vocês.
Por favor, façam suas ações refletirem as suas palavras.”
Obrigada!


Museu belga revela internet de papel do início do século 20

Fonte: The New York Times

MONS, Bélgica - Em uma tarde de segunda-feira nublada, essa cidade medieval parece um local esquecido.

Além da catedral gótica obrigatória, não há muito para ver aqui, exceto um pequeno museu de fachada de pedra chamado Mundaneum, escondido em uma rua estreita em um dos cantos da cidade. Parece uma casa apropriadamente antiga para o legado de um dos pioneiros perdidos da tecnologia: Paul Otlet.


Convite - Lançamento do livro "Memória e Mito do Cinema em Mato Grosso"

A Editora Entrelinhas, o Instituto Cultural América e a Universidade Federal de Mato Grosso, tem o prazer de convidar para o lançamento da trilogia "Memória e Mito do Cinema em Mato Grosso", de autoria de Luiz Carlos de Oliveira Borges & abertura da Exposição Fotográfica: "100 anos de Cinema em Mato Grosso."

Local: Museu de Arte e de Cultura Popular - Centro Cultural - UFMT

Data: 27 de maio de 2008 - (Terça-Feira)

Horário: 16h30

Sobre o livro:

"A obra traz os volumes "Memória do Cinema em Mato Grosso", que traça o cinema em Mato Grosso de 1888 a 1970; "O Mito do Cinema em Mato Grosso - Arne Sucksdorff", que fala da trajetória deste cineasta sueco em seu país, sua passagem decisiva pelo cinema brasileiro nos anos 60 e suas contribuições no Estado; e por último "Filmografia do Cinema em Mato Grosso", que promove o inventário das produções realizadas entre os anos de 1900 e 1970, filmografias do cinema brasileiro exibido em Mato Grosso e de Sucksdorff.
Os livros revelam como o cinema, desde o seu aparecimento em Mato Grosso (ainda uno), adquiriu uma importância que transcendia à própria arte e à diversão. Eles fazem um resgate da memória cinematográfica, relatando desde as primeiras salas de cinema e suas intempéries, como o incômodo causado aos espectadores pelos chapéus das senhoras que compareciam às salas de exibição, as trilhas sonoras dos filmes mudos sendo fornecidas pelas bandas da polícia militar, as sessões beneficentes e o privilégio das cadeiras permanentemente reservadas às autoridades. Dados que revelam informações importantes sobre a estrutura social de épocas passadas..."

Sobre a Exposição:

"Exposição Fotográfica – 100 Anos de Cinema em Mato Grosso, apresenta as imagens resultantes da pesquisa realizada pelo cineasta Luiz Carlos de Oliveira Borges para publicação da sua coletânea "Memória e Mito do Cinema em Mato Grosso", tendo como fonte de referência a imprensa do Estado. Apesar das fontes de documentação da trajetória do cinema no Estado apresentarem inúmeras lacunas, a exposição foi organizada de forma propositalmente didática, e com um recorte historiográfico, uma vez que, pela primeira vez, está sendo apresentada o resultado de uma pesquisa acadêmica sobre o cinema e a construção de sua história, uma arte considerada menor até pouco tempo atrás em Mato Grosso."

"Cerca de uma centena de imagens foram prospectadas nos principais acervos de Mato Grosso e do país, o que se constituiu uma verdadeira pescaria de informações visuais dos primeiros realizadores de filmes em Mato Grosso, das salas de cinema que animaram a população e que não sobreviveram ao tempo, e a presença marcante do cineasta Arne Sucksdorff e sua esposa Maria, que documentaram o Pantanal e iniciaram um movimento internacional pela defesa do meio-ambiente através do cinema, promovendo a inserção de Mato Grosso no Brasil e no mundo. De forma reveladora e impressionante soam os planos dos filmes que sobreviveram ao descarte do tempo e revelaram os povos originários desta região."

Fonte: Assessoria de Imprensa - INCA.

Adriana Lemoz -
Coordenação 100 anos de Cinema em Mato Grosso
INCA - 65 3621-5331 / 65 8431-6667